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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A Bibliotecária – Logan Belle

image- Ficha Técnica:

- Título Original: The Librarian

- 288 páginas

- Sinopse: A jovem Regina Finch acaba de chegar a Manhattan para trabalhar na Biblioteca Pública de Nova York. Mas o que parecia ser a promessa de uma rotina tranquila em meio a clássicos da literatura logo se revela um irresistível jogo de sedução quando ela conhece o envolvente Sebastian Barnes, investidor da instituição e um dos homens mais cobiçados da cidade, que fica obcecado pela beleza da bibliotecária. A até então ingênua Regina se entrega a um crescente e selvagem desejo que parece consumi-la mais a cada dia, uma paixão que despertará na jovem sensações jamais imaginadas.

- Nota:image

*resenha feita por Luciara (blog Leituras e Devaneios).

“A Bibliotecária”, da autora Logan Belle, foi lançado esse ano no Brasil pela Editora Record. O livro é mais um onde o sexo toma conta das páginas, chegando ao ponto de nem ter história, apenas duas pessoas agindo como “coelhos”. Não tenho nada contra cenas explícitas nos livros, acho até legal, porém o que não curto é quando as autoras só se prendem as cenas de sexo e se esquecem de contar uma história.

O livro se centra em Regina, uma recém-formada em biblioteconomia, que se muda para Nova York a fim de realizar seu sonho de infância: trabalhar na Biblioteca Pública de Nova York. Ela é uma moça tímida e virgem que viveu a vida toda na barra da saia da mãe. Agora que se mudou para a cidade grande resolve manter distância de sua progenitora, chegando ao ponto de não ter um celular para não ter que conversar com ela.

Claro que a vida dela não chega a ser como ela sonhou. Sua chefe, Sloan, não liga se Regina se formou com boas notas e a coloca para trabalhar na área de retiradas de livros, sendo que a mocinha queria mesmo é a área de arquivos.

Regina divide o apartamento com Carly, uma garota rica e sustentada pelos pais, que sai com qualquer homem que seja bonito. Ela é apaixonada por um cara que não quer compromisso e, por isso, sai dormindo com qualquer um.

A vida de mocinha “pura” de Regina muda quando ela conhece o milionário (é claro, nunca os mocinhos são pobres) Sebastian Barnes - o responsável por dirigir a biblioteca onde ela trabalha devido a família sempre ter sido generosa com doações. Ele também é fotografo de modelos, lindo, sexy e o cara mais desejado da cidade (que novidade).

Os dois se conhecem quando se esbarram na escadaria da biblioteca e, é claro, rola uma química. Depois Regina acaba surpreendendo Sebastian fazendo sexo em uma sala com livros raros, com uma mulher qualquer. A bibliotecária acaba ficando interessada no estranho – ela não sabia quem ele era – e nos dotes dele para o sexo selvagem.

Sebastian também gosta da garota, até porque Regina lembra muito Bettie Page, a Rainha dos Pin-Up. Ele resolve ter Regina para si e também quer apresentar um pouco do mundo BDSM para ela. Claro que a bibliotecária cai nas garras do sedutor e os dois iniciam uma relação bem quente, onde Sebastian acaba com todas as inibições de Regina.

“A Bibliotecária” é mais um livro das levas de eróticos que tentam explorar a prática BDSM. Como disse acima, eu curto livro do tipo, mas chega até ser um pouco cansativo só ter livros assim lançado.

Há muito romances ótimos por aí e muito deles não tem nada de BDSM. Acho bacana explorar o estilo de vida dos praticantes, porém não é preciso só lançar livro assim. Vamos diversificar um pouco, por favor? Há tantos romances históricos e contemporâneos que não abordam o tema e são ótimos. Eles mereciam ser publicados aqui. Os fãs mereciam ter esses livros publicados no país. EU MEREÇO.

Infelizmente, esse é mais um livro que aparenta ter sido escrito apenas para suprir a demanda. A escrita não é muito boa, a história é fraca e os personagens não conquistam.

Não me encantei por Regina, que a meu ver é uma personagem muito egoísta e péssima filha por ignorar a mãe. Sei que a mulher é sufocante, mas é a mãe dela e sempre fez de tudo pela filha. Já Sebastian, apesar de ter o estereotipo típico de mocinho de romance (milionário, lindo, sexy, o cara que todas querem, etc...) também não se destaca.

Não vou falar para ninguém ler, até porque o que não me agrada pode agradar o outro. Se você curte histórias com bastantes cenas eróticas, onde a história só gira em torno disso, então leia.

Capa Original:

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quarta-feira, 8 de maio de 2013

A probabilidade estatística do amor à primeira vista – Jennifer E. Smith

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- Ficha Técnica:

- Título Original: The Statistical Probability of Love at First Sight

- 392 páginas

- Sinopse: Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

- Nota: image

Hoje a resenha é da convidada Luciara, do blog Leituras e Devaneios. Obrigada por ter aceitado o convite, Lu! Segue a opinião da blogueira sobre o livro:

Obrigada a minha querida amiga Brunette por me convidar para resenhar no blog.

Bem, “A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista”, da autora Jennifer E. Smith, é um dos lançamentos desse ano da Galera Record. A primeira coisa que me fez interessar pelo livro foi à capa; fala sério, não tem como não se apaixonar por ela, é muito fofa! O título é daqueles que tenho dificuldade de lembrar por ser tão grande, mas a capa é inesquecível (risos).

Hadley Sullivan - a personagem principal – tem 17 anos e está prestes a embarcar para Londres, onde participará do casamento do seu pai com uma mulher que ela nunca viu na vida. Porém tudo dá errado e ela acaba perdendo o voo, sendo obrigada a esperar pelo próximo. Ela tem pavor de aeroportos e tenta se manter afastada de todos ao seu redor, entretanto ela acaba esbarrando em um garoto lindo que não consegue ignorar: Oliver, que se torna, querendo ou não, seu companheiro de voo.

Oliver, com seu lindo sotaque inglês e seu jeito divertido, proporcionará a Hadley uma viagem inesquecível. Mas não se enganem com o jeito brincalhão de Oliver, pois apesar de demonstrar ser alguém seguro, ele também tem seus próprios problemas que não deixa transparecer.

Em meio a essa convivência, Hadley e Oliver vão se apaixonando (mesmo ninguém querendo admitir). Porém o voo não dura para sempre... quando menos se espera a viagem acaba e os dois são obrigados a enfrentar a realidade e os problemas que se encontram em terra.

O que acontecerá quando o avião pousar?

“A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista” é daqueles livros que a gente já começa a leitura achando que vai ser bom ou, no mínimo, apenas uma leitura de passa tempo. Porém, mais uma vez estava enganada: Jennifer E. Smith não criou somente uma história clichê sobre amor à primeira vista, então espere muito mais desse livro! Essa é uma história não só de amor, mas também sobre família e seus problemas.

Hadley e Oliver muitas vezes se tornam peças secundárias da história, dando lugar às lembranças dos dias alegres em família da personagem principal. Confesso que sofri por Hadley e torci para que algo acontecesse e ela voltasse a ter seus pais casados, porém divórcios ocorrem o tempo todo e não há como manter o casamento daqueles que não querem mais.

O casal Hadley e Oliver são bem fofos! Não tem como não gostar do entrosamento que os dois criam durante a viagem. Fiquei com medo de que no fim das contas o romance ficasse apenas no avião e quando chegassem a Londres eles nunca mais se veriam.

“A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista” é leitura leve, sem grandes acontecimentos, contudo proporciona ótimos momentos e nos faz parar para pensar o quanto a família é importante em nossas vidas.

Recomendo!

Capa Original:

 

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LUCIARA

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Shades of Gray – Maya Banks

image- Ficha Técnica:

- *Sinopse: P.J. e Cole são atiradores de elite rivais na mesma equipe KGI e desfrutam de uma camaradagem espirituosa e descomplicada. Até que uma noite eles se entregam aos desejos que sentem um pelo outro e levam o relacionamento ao próximo passo. No apagar da noite em que passaram juntos, eles são chamados para uma missão que sai terrivelmente errada e P.J. se afasta do KGI, determinada a não arrastar sua equipe para as sombras escusas em que ela vai se lançar.

Seis meses depois, Cole ainda não desistiu de sua busca por P.J. e está determinado a trazê-la de volta para o lar a que pertence. Pensando em vingança, P.J. está em uma missão que a levará a mergulhar no tortuoso jogo de revidar e a faz questionar tudo em que sempre acreditou. Cole – e o resto da equipe – se recusam a deixá-la ir sozinha. Mesmo que signifique sacrificar suas lealdades ao KGI e suas próprias vidas...

*tradução livre

- Nota: image

Shades os Gray é o sexto livro da série KGI, da autora Maya Banks. Os livros são interligados e contam a história do grupo KGI; seis irmãos e seus amigos que trabalham em conjunto como agentes secretos e oferecem seus serviços a diversos países. Se nas histórias anteriores a autora não fez questão de poupar os personagens em momentos angustiantes, neste volume somos levados a uma narração ainda mais densa, cenas fortes e, como consequência, há um enredo delicado que certamente não agradará a todos.

Os protagonistas PJ e Cole não são dois desconhecidos para o leitor, pelo contrário. Desde o primeiro livro acompanhamos a atiradora de elite e seu companheiro de equipe em inúmeras missões e diálogos onde um sempre estava pronto para cutucar o outro. Era evidente que eles formariam um casal com uma ótima química e não me decepcionei quanto a isso. Logo no início, a autora não perde tempo e já somos jogados ao relacionamento amoroso dos dois, onde decidem finalmente liberar seus sentimentos sem qualquer restrições. Há momentos de deleite para o leitor que, assim como eu, torcia para que PJ e Cole deixassem os sentimentos falarem mais alto que as questões complicadas sobre um relacionamento  amoroso entre duas pessoas que trabalhavam juntas.

Entretanto, a situação não permanece um mar de rosas por muito tempo. PJ e Cole são chamados para um missão arriscada, mas as consequências se tornam desastrosas. É importante ressaltar que PJ é o contrário ao estereótipos de moças indefesas. Sua personalidade é forte e ela é o que chamamos de “kick ass heroine”, pronta para “chutar o traseiro” de quem quer que fosse. Talvez por conta disso, quando acompanhamos uma situação tensa – resultado da missão catastrófica -, vê-la tão impotente e desesperada em uma das cenas mais pesadas do livro é chocante e perturbador.

Maya Banks foi audaciosa. Uma parte minha ainda se sente revoltada com tanta audácia. Não digo nem que há uma descrição minuciosa, mas o suficiente para o leitor se revoltar e sentir indignação junto aos demais personagens da história. Isso porque, para tornar a situação ainda mais pesada, a equipe KGI é obrigada a acompanhar cada momento em que PJ sofre, sem poder fazer nada para salvá-la. Cole é um deles, e a revolta é tanta que sentimos facilmente sua dor por não poder salvar a mulher que ele amava.

Portanto, somos levados a uma história onde acompanhamos a recuperação gradativa de alguém que sofre o pior dos horrores.  Maya Banks consegue transpor um drama real, vivido por muitas mulheres, para dentro da ficção. A descrição forte dos sentimentos – que vão desde dor, raiva e tristeza –, com aquela carga de drama que já vimos nos outros livros desta série, tornam mais verossímil a mulher outrora poderosa que então se encontra destruída por dentro. É aí que nosso herói entra e o relacionamento é construído a base de compreensão, paciência e carinho. Cole foi simplesmente… perfeito.

Há coisas que fazem dessa série uma de minhas preferidas. A narração da autora, onde ela aposta no drama e emoções fortes. O clima de camaradagem da KGI, onde é possível sentir a verdadeira concepção de apoio, lealdade e irmandade. A amizade é retratada de uma forma deliciosa. Mesmo em uma atmosfera tão tensa, há momentos descontraídos que tornam certas cenas maravilhosas e um alívio para o leitor.

A autora consegue levar a ação até o final de suas últimas páginas. Até então, achei que houve um equilíbrio sublime entre a ação e o romance, o drama e o riso fácil. Entretanto, eu senti falta dessa balança que conseguia, até então, conciliar todos os ingredientes da trama. Apesar do tom policial, KGI é romance, mas houve certa omissão dele em boa parte do livro. Mais preocupada em retratar o assunto polêmico, Maya deixou o romance para escanteio. Há também um pulo de seis meses na trama e isso me passou a impressão de que perdi algo durante a leitura. Senti que foi um recurso meio vago e que me deixou com uma sensação de sem entender o porquê daquilo.

Continuo achando que o primeiro livro ainda é o melhor da série (clique AQUI para ler a resenha).  Shades of Gray não me agradou tanto como seus antecessores, perde pontos se comparada aos outros, mas, ainda assim não deixa de ser uma boa história de superação. Ainda espero ver essa série publicada no Brasil.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Procura-se um marido – Carina Rissi

image- Ficha Técnica:

- Sinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel. Diversos candidatos respondem ao anúncio, mas apenas um deles será capaz de fazer o coração de Alicia bater mais rápido, transformando sua vida de maneiras que ela jamais imaginou. Cheio de humor, aventura, paixão e emoções intensas, Procura-se um marido vai fisgar você até a última linha.

- Nota: image

Abaixo, segue mais uma resenha da Luciara, do blog Leituras e Devaneios:

“Procura-se um Marido” é um livro nacional da escritora Carina Rissi. Em “Procura-se um marido”, a história é centrada em Alicia Moraes de Bragança e Lima, uma jovem mulher de vinte e poucos anos que perdeu os pais ainda criança e, desde então, passou a viver com Narciso, seu avô.

Alicia é sua única herdeira. Como tal, teve tudo que sempre quis. Essa vida recheada de regalias não a tornou uma pessoa mimada, mas há um tom de imprudência na personagem que, confesso, me irritou, pois vivia se metendo confusões e precisava ser resgatada pelo amado avô a todo instante. Ainda assim, consegui ser cativada por Alicia mais para frente.

Tudo estava indo bem na vida da garota rica, contudo, ela mais uma vez perde a pessoa que tanto ama e se vê sem chão. Narciso partiu para sempre, deixando Alicia como única herdeira de toda sua fortuna. Porém, junto ao dinheiro vêm uma… surpresinha. Cansado de ver a neta destruindo a vida, Narciso estipula no seu testamento que ela só poderá receber a herança depois que se passar um ano casada e, enquanto não encontrasse o felizardo, teria que trabalhar na empresa L&L Cosméticos, cujo o fundador foi seu Narciso. Alicia odeia, é claro, as condições impostas pelo avô. Ela não quer casar, nem agora e nem nunca, e acha o testamento uma loucura.

Clóvis, o advogado e tutor de Alicia, a coloca contra a parede, deixando claro que não facilitará e levará ao pé da letra o que Narciso pediu. A única pessoa que está ao seu lado lhe dando apoio é Mari, sua melhor amiga. É com ela que Alicia está vivendo depois de sair da linda mansão da família, onde seu tutor Clóvis está morando também.

Logo ela se vê trabalhando em um ambiente onde as pessoas não vão muito com a sua cara e parecem achar sua presença desnecessária. Uma dessas pessoas é Max, um cara lindo e loiro, que arranca suspiros das mulheres da empresa.

Os dias vão passando e Alicia já não aguenta mais toda a situação. Ela então arquiteta um plano para cumprir as normas do testamento do avô, sua ideia consiste em arrumar um marido, nem que seja através de anúncio em um jornal. Mari deixa claro que acha uma péssima ideia e logo Alicia também. Porém,  alguém muito interessante responde ao seu anúncio e ele com certeza é a escolha perfeita.

Confesso que não sou grande fã de chick-lit, pois as vezes não tenho paciência para aguentar as personagens principais que, geralmente, tem todo aquele complexo de inferioridade, se achando feia, gorda, etc... mas “Procura-se Um Marido” me conquistou.

Alicia se mostrou uma personagem forte, que sabe o que quer e corre atrás. Adoro personagens assim. Ela não passa o tempo todo lamentando pela situação que está vivendo, ela vai atrás de soluções e pronto. No começo achei-a um pouco irritante por causa de toda a rebeldia, porém, no decorrer da história ela passou por mudanças e se tornou alguém mais consciente dos seus atos.

A amizade dela com Mari é um das coisas mais legais da história, pois é uma amizade forte e elas sempre estão juntas para se ajudar. A relação de Alicia e Narciso também é linda e tocante. Os dois tinham uma relação bem próxima e um grande amor pelo outro. Achei triste ele morrer, mas Alicia não teria encontrado a felicidade se não fosse pressionada pelo testamento.

O romance é muito fofo! Apesar de rolar uma química no primeiro momento entre o casal, é no decorrer da convivência que os dois vão realmente criando aquele amor um pelo outro. Alicia, que não queria se apaixonar, de repente está toda apaixonada e fazendo de tudo para que o casamento se torne algo real, sem saber que esse também era o plano do marido.

 Adorei a história e virei outra fã da Carina! Dépois dessa, já coloquei Perdida na minha lista de próximas leituras.

Luciara

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Filha da Tempestade – Richelle Mead

image- Ficha Técnica:
- Título Original: Storm Born.
- 413 páginas
- Sinopse: Eugenie Markham foi contratada para resolver um novo caso: o rapto de uma adolescente. O problema é que a menina não está presa no mundo dos humanos: ela foi levada para o Outro Mundo, habitado por nobres, criaturas mitológicas e almas perdidas, um lugar desconhecido e traiçoeiro. Mas Eugenie é uma poderosa xamã e já está mais do que acostumada a combater espíritos.
- Nota:  image




Antes de mais nada, vou fazer o meu momento tiete aqui. Acho que Richelle poderia escrever até bula de remédio que eu iria ler sabendo que seria momentos de boa leitura garantida. Incrível o talento da autora, seu jeito cativante e único de escrever. Para quem não conhece minha paixão, basta acessar aqui as resenhas que já fiz dos demais livros dela.
Em “Filha da Tempestade”, somos apresentados a mundos paralelos. O que conhecemos, e o chamado “O Outro Mundo”, onde a magia vibra em cada canto, os castelos e reinos dominam em um misto de épico e medieval. Segundo a explicação, os dois mundos sempre foram iguais, mas com a necessidade do ser humano em explorar a natureza, um dos lados perdeu sua magia em troca da “evolução”. Esse “Outro Mundo” é infestado de nobres que comandam reinos, mas que, ao mesmo tempo, para Eugenie, são pessoas horríveis que devem ser banidas e mortas.
Eugenie é uma xamã, combatendo homens e seres místicos do “Outro Mundo” que atravessam o seu em forma de espírito, apenas para gerar o caos. Mas então, quando uma pequena menina – Jasmine, – é levada para o outro lado, ela precisará atravessar a linha que separa os dois mundos, contar com ajuda de alguém cuja essência ela sempre desprezou, e lutar para trazer a garota de volta. Simples? Com certeza não.
Tratando-se de Richelle Mead, o livro é recheado de erotismo. Tanto por parte de Kiyo, quanto por parte do nobre que emana desejo no primeiro encontro entre os dois Estou mais para lá do que para cá, soltando suspiros pelo Dorian. Confesso que um rei assim, eu esqueceria rapidamente sua origem. ;)
Tentei não falar muito, acho que mais do que isso é spoiler. Mas carregando a assinatura da Richelle, é imprescindível muito romance, sexo, uma história diferente, cheia de lutas, diálogos inteligentes e uma heroína que deixa muito mocinho herói no chinelo. Amei esse elo entre o velho e o novo, o contemporâneo e a magia. Agora é esperar pelo próximo. :))
Abaixo, a capa em inglês:
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Onde comprar:
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Assinatura (2)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Antes que eu vá – Lauren Oliver

image - Ficha Técnica

- Título Original: Before I Fall

- 356 páginas

- Sinopse: Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento. Aquela sexta-feira, 12 de fevereiro, deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita. Em vez disso, acaba sendo o último. Mas ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia vezes seguidas, Samantha desvenda o mistério que envolve sua morte — descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder. ... Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente. O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as conseqüências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.

- Nota:  image

Com raríssimas exceções eu dou menos que três estrelas para um livro. E me chateia quando eu pego um livro, que eu tinha as expectativas lá no alto, para depois acontecer isso. E vou explicar o porque.

Eu tinha na mente que essa fosse ser uma história completamente diferente da que eu encontrei, algo como redenção. Acho que o ponto principal que me fez não gostar do livro, foi decididamente a personagem. Talvez eu já tenha passado dessa época de achar interessante enredos de meninas patricinhas que se acham as maiorais, donas do colégio, e que podem pisar em todos. É bem assim o comportamento de Samantha e suas amigas. Elas zoam qualquer um que não seja digno da atenção delas.

É então, que em uma festa, depois de terem bebido todas, fumado, feito o seu bullying diário com alguém, Samantha sofre um acidente de carro. E no dia seguinte, acorda como se nada tivesse acontecido. Na realidade, ela acorda no mesmo dia em que ocorrerá o acidente, ganhando uma nova chance.

Esse é outro ponto cansativo do livro. Porque não se trata apenas de uma única chance. Samantha está sempre repetindo o dia, então de uma forma ou de outra, ao dormir ou sofrer o acidente, morre novamente, e lá está ela acordando no mesmo dia, com nova chance. São tantas vezes que isso acontece no livro que soa repetitivo demais. É como se não tivéssemos nenhuma surpresa grandiosa, já sabendo na ponta da língua o que estava para acontecer.

Tais chances não são aproveitadas logo de cara por Samantha. Ao ver a oportunidade de curtir o dia, morrer e depois viver o mesmo dia, ela aproveita para dar uma de rebelde e fazer tudo que tem direito. De fato, outro fator que fez com que eu pegasse antipatia pela história. É, eu realmente não gostei de Samantha. Na realidade, a exceção de Kent, não consegui gostar de nenhum personagem.

Mas deixando de lado a construção dos personagens, que me pareceram vazios, a mensagem por trás do livro é bonita e bem reflexiva. No final chego a ter um pouquinho (ah, mas SÓ um pouquinho) de simpatia pela Samantha. O que autora nos mostra são aquelas oportunidades de mudar que são  perdidas, aquela segunda chance que todo mundo quer ter vez ou outra, de voltar atrás e mudar tudo.

Por fim, prefiro não comentar sobre o final, porque sei que acabaria soltando spoiler. Só digo que também não gostei. 

Ainda assim, aconselho as pessoas a lerem. Pelo que eu vi, foram apenas alguns que não gostaram, mas ele possuí ótimas qualificações no skoob. Então quem ainda estiver curioso, leia ;)

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Onde comprar:

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Assinatura (2)

sábado, 17 de setembro de 2011

Insaciável – Meg Cabot

image- Ficha Técnica:

- Título Original: Insatiable

- 502 páginas

- Sinopse: Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles. Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita). Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece – e comete o erro de se apaixonar - Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio. É um lado negro que muitas pessoas, como uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiria vê-lo morto. O problema é que Lucien já está morto. Talvez por isso ele é o primeiro cara que Meena já conheceu com quem ela poderia ter um futuro. Entenda, enquanto Meena sempre foi capaz de ver o futuro de todo mundo, ela nunca foi capaz olhar para o dela própria. E quando Lucien é o que Meena jamais sonhou como namorado, de repente ele pode vir a ser tornar o seu pesadelo. Agora pode ser uma boa hora para Meena começar a aprender a prever seu próprio futuro. . . Se ela ainda tiver um.

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 É o segundo livro que leio da Meg Cabot, e fica fácil entender porque os livros dela fazem sucesso. A autora consegue mesclar bem o humor e ação, o romance e o drama, tornando o livro leve em alguns momentos, tensos em outros, divertidos e fazendo você terminar o livro com um sorriso no rosto.

Infelizmente acontece de você levar um tempo até se acostumar com o jeito da história. Comecei lendo a cinqüenta primeiras páginas, não tão animada e até então sem pegar muito o gosto pelo enredo. Mas depois, o livro só melhora e melhora, e no final não conseguia mais largar. A história é maravilhosa!

A história é narrada em terceira pessoa, as vezes tendo Alaric como ponto de vista, o “caça-vampiros” que trabalha para a Palatina, e que está atrás do Príncipe das Trevas. Outras vezes, – digamos, 80% do livro, – a narração cai sobre Meena, a humana paranormal que consegue prever a morte. Do outro lado, ainda temos o bonitão-todo-poderoso-sexy-rico-vampirão Lucien.

Meena é escritora, roteirista de novela. A mocinha do livro não agüenta mais histórias de vampiros, mas parece estar cercada deles. Estranhamente, em sua cidade, anda ocorrendo mortes de mulheres cujo o sangue é totalmente drenados do corpo. Para completar, precisa mudar sua novela e entrar na onda de vampiros se quisesse manter seu emprego. Ainda pior é descobrir que logo iria se apaixonar por um, sendo este o Príncipe das Trevas.

Todas as resenhas que li falaram que o livro é uma sátira de demais histórias de vampiros. Concordo em parte. Você tem leves referências que te fazem lembrar, com humor e inteligência, de uma ou outra cena que você talvez tenha lido em outro livro. Ri inúmeras vezes, mas acho que a sátira não é o ponto principal, e sim a história do triângulo amoroso.

Alaric, Meena e Lucien. Alaric não suporta vampiros, e está atrás dos que estão matando mulheres e deixando seus corpos para trás. Decidido a matar o príncipe e qualquer outro vampiro, ele então segue os passos de Lucien. Só não esperava que O Príncipe das Trevas estivesse com uma humana, e se apaixonando por ela. Complicado? Pior ainda é quando ele também se apaixona por Meena.

Vou confessar, Alaric chega a conquistar, a disputa de beleza, poder e charme é acirrada, mas quando Lucien chega, ele perde um pouquinho o brilho. Não existe personagem ruim aqui (ok, talvez Jon…), e a protagonista não é o estereótipo de mocinha frágil. Aliás, gostei bastante de Meena. Ela é uma mistura de humor, drama, e coragem.

O livro é enorme, com 500 páginas, mas isso não tira o ânimo. Ao terminar, fica aquela expectativa gigante pelo segundo. Recomendo mesmo para quem está cansado de livros de vampiros. Porque este vai fazer muitos mudarem de idéia, com certeza. Com muito humor, romance, ação e lutas, é um livro super recomendado.

Insaciável é  da Galera Record. Abaixo, segue a capa americana:

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Assinatura

domingo, 14 de agosto de 2011

O Beijo da Meia-Noite – Lara Adrian

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- Ficha Técnica:

- Título Original: Kiss of Midnight

- 387 páginas

- Sinopse: Um estranho moreno e sensual a observava do outro lado da boate, e foi capaz de despertar as mais profundas fantasias em Gabrielle Maxwell. Mas nada a respeito desta noite – ou deste homem – é o que parece. Pois, quando Gabrielle presencia um assassinato nos arredores da boate, a realidade se transforma em algo obscuro e mortal. Nesse instante devastador, Gabrielle é lançada em um mundo que jamais imaginou existir – um mundo onde vampiros espreitam nas sombras e uma guerra de sangue está para começar. Lucan Thorne despreza a violência de seus irmãos sem lei. Ele próprio um vampiro, é um guerreiro de Raça, e jurou proteger sua espécie – e os humanos imprudentes com quem convivem – da ameaça crescente dos Renegados. Lucan não pode arriscar um relacionamento com uma mulher mortal, mas, quando seus inimigos escolhem Gabrielle como vítima, sua única escolha é trazê-la para o escuro submundo que comanda. Aqui, nos braços do intimidante líder da Raça, Gabrielle enfrentará um destino extraordinário, repleto de perigos, sedução, e dos mais sombrios prazeres…

- Nota:  image

Em uma palavra? Decepção.

Acreditem, acho que na maioria em geral, eu era uma das que estavam com grandes expectativas com esse livro. E por mais que eu lia as resenhas negativas – e até me assustei quando vi bastantes – continuava na vontade de ler, só aumentando com o passar do tempo. Até que tive a oportunidade para resenhar o livro aqui no blog.

Minha principal expectativa era, na verdade, uma crítica que todos faziam: a semelhança com a série IAN (Irmandade da Adaga Negra). Enquanto não saía mais nenhum livro da série, seria legal ler algo parecido, mas o que parecia  agradável foi justamente o problema: é parecido demais.

Eu não digo que é a mesma história. Mas é impossível você não ler sobre os irmãos que moram em uma mansão, e pensar “já li isso em algum lugar”, juntamente como o modo como Lucan encontra sua Companheira de Raça, assim como a personalidade de certos irmãos e os Renegados, que fazem o papel de vilões nessa história. (lembrou de um certo “redutor”?). Isso me incomodou, quase como se a autora tivesse feito uma fan fic e trocado os nomes. Sem contar que até a metade do livro, ficamos num “lenga-lenga” que parece nunca ter fim. Um livro morno, um romance que é descrito como “explosivo e erótico”, mas que, na realidade, é bem fraquinho. O vampiro que precisa proteger a mulher que havia presenciado um assassinato dos Renegados, não chega a cativar.

Porém, preciso dizer que pouco depois da metade, o livro melhora, até que bastante. Parece que da metade pro final, a autora finalmente encontra o seu próprio estilo, e realmente espero que isso siga para os próximos livros. Não sei se esse era o primeiro livro da autora, mas nem sempre uma autora acerta de primeira, não é mesmo? :) Mesmo com 3 estrelas para o primeiro livro, ainda tenho curiosidade de saber se a autora conseguiu amadurecer mais suas próprias idéias no segundo, sem precisar se basear em outro livro. Quem sabe, irei ler o próximo… 

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Assinatura

terça-feira, 26 de julho de 2011

Liberte meu Coração – Mia Thermopolis

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- Ficha Técnica:

- Título Original: Ranson my heart

- 404 páginas

- Sinopse: Sua Alteza Real, a princesa Mia Thermopolis da Genovia, cujos diários se tornaram sucessos de venda, agora mostra ao mundo inteiro seu primeiro romance — cheio de perigo, desejo e um amor que vencerá todos os obstáculos... com a ajuda da incrivelmente talentosa Meg Cabot! Finnula é a caçula de seis irmãs e um irmão na Inglaterra do século XIII. Enquanto suas irmãs se contentam em fofocar sobre maridos, crianças e afazeres domésticos, Finnula é alvo de comentários maldosos de toda a vila por caçar nos terrenos do conde e por andar por aí em calças de couro justas! Mas de repente Finnula se vê envolvida numa complicação sem tamanho... Uma de suas irmãs acabou com o seu dote comprando vestidos e bugigangas, e a única forma em que as duas conseguem pensar para recuperar esse dinheiro é muito pouco usual... Sequestrar um lorde ou um cavaleiro rico que possa pagar um resgate! O que ela não esperava é que esse sequestro fosse criar mais problemas do que soluções: o cavaleiro recém-chegado das Cruzadas que é escolhido por Finnula vai acabar se mostrando alguém muito diferente do esperado, e a moça pode acabar tendo que abrir mão do resgate... e de seu coração.

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Confesso, nunca li nada da autora Meg Cabot, e essa está sendo minha primeira experiência depois de tanto que a Lu (do blog Leituras e Devaneios) e outras pessoas falaram dela (ah, desculpem, é a Mia quem escreveu, rs). Mesmo para quem nunca leu nenhum dos livros, dá para notar o tipo de escrita iniciante, como se realmente, fosse a Mia quem tivesse escrito o livro, e não a famosa autora que já vendeu milhões no mundo, rs

E preciso dizer, foi uma narrativa deliciosa! É bem detalhado em cada ação que os personagens tomam, mas ao mesmo tempo não tão descritivo a ponto de entediar o leitor. Confesso que no começo demorei um pouquinho a gostar, mas depois, é um daqueles livros que você não consegue parar de ler.

Finnula é uma mocinha, que de donzela não tem nada. Adora usar calças de couro, caçar a noite, beber cerveja e treinar seu arco e flecha por aí. E justamente por isso, Mellana, sua irmã, pede a ela que sequestre algum homem rico para que ela pudesse pagar seu dote, que havia perdido com roupas caras e jóias. Detalhe: no feudo era comum que donzelas sequestrassem senhores ricos. Tocada pela situação complicada da irmã, Finnula acaba sequestrando Hugo, um cavaleiro que havia acabado de voltar das cruzadas. O que ela não sabia, é que o mesmo era o senhor feudal de onde ela morava.

Meg cria um típico sistema de feudo medieval, cujo os personagens secundários, como Robert, o irmão de Finnula, ou sua irmãs, ou até mesmo o xerife ganham destaque, e cativam o leitor, junto com Finnula e Hugo. *momento suspiro*

O enredo do livro é um típico romance de banca (o que, como todos já estão cansados de saber aqui no blog, eu adoro!) Com um toque de humor, lutas, muitas cenas hot’s, Meg… (ops, Mia…) cria uma história bem leve, divertida e gostosa. Para quem gosta do gênero, vai com certeza, adorar. Depois dele, vou ir atrás de outros livros da Meg Cabot. =)

“Liberte meu Coração” é lançamento da Galera Record. Abaixo, a capa americana:

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