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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

In Bed With a Highlander – Maya Banks

image- Ficha Técnica:

- * Sinopse: Ewan McCabe, o mais velho, é um guerreiro determinado a eliminar seu inimigo. Agora, com a hora da batalha se aproximando, seus homens estão prontos e Ewan está certo de que tomará de volta o que é seu – até que uma tentação de olhos azuis e cabelos negros é jogada sobre ele. Mairin pode ser a salvação do clã de Ewan, mas para um homem que sonha apenas com vingança, assuntos do coração são um território estranho a ser conquistado. Embora seja filha ilegítima do rei, Mairin possui uma propriedade muito desejada o que a transforma em um peão – e desconfiada do amor. Seu pior medo se torna realidade quando ela é resgatada de um perigo apenas para se ver forçada a se casar com seu carismático e exigente salvador, Ewan McCabe. Mas a atração que sente por seu poderoso marido, a faz desejar o surpreendentemente terno toque dele; seu corpo se torna vivo sob a sua sensual maestria. E, enquanto a guerra se aproxima, a força, espírito e paixão de Mairin desafiam Ewan a conquistar seus demônios – e a abraçar um amor que significa mais do que vingança e terras.

* tradução livre. Fonte: Skoob

- Nota: clip_image004

Este é o primeiro livro da série McCabe. Acabei lendo fora de ordem, mas a autora introduz tão bem a história geral em cada um dos livros que não me senti confusa. Tudo é muito claro desde o início, e após ler o segundo e o terceiro livro, fui atrás da história de Ewan, o irmão mais velho e laird do clã McCabe. Você pode ler as resenhas dos outros livros clicando aqui e aqui.

Logo na primeira página o leitor é apresentado a Mairin de uma maneira mais dinâmica. Mairin mora em um convento, mas seu santuário é atacado por homens de Cameron. Eles estão em busca dela e o homem por trás da invasão deixa claro que não hesitaria em torturar cada uma das freiras até que Mairin fosse encontrada. Com o senso de justiça batendo de frente com seu medo, ela se entrega aos homens de Cameron e eles partem em direção ao castelo dela. Porém, no meio do caminho o grupo se depara com um garoto que estava tentando roubar um dos cavalos, mas ele também é pego. É assim que nasce uma forte amizade entre Crispen, o filho de Ewan, com Mairin, e os dois se apoiam um no outro para tentar sobreviver à captura dos homens de Cameron. 

Mairin é levada até ele, que pretende desposá-la. Há um motivo para que Cameron queira um casamento apressado, porém, Mairin se nega no último instante. Cameron, irritado, após espancá-la, deixa-a trancada em um dos quartos do castelo, e é a noite, quando todos estão dormindo, que uma das empregadas lhe ajuda a escapar. Crispen alega que seu pai lhe daria proteção e Mairin o leva até as terras McCabe, contando com isso.

No começo o meu lado chato apitou para Mairin. Não tanto pelas suas ações, pois acompanhá-la na luta contra Cameron fez com que eu continuasse com a leitura –, mas pelos seus pensamentos bobos e diálogos sem consistência antes do casamento com Ewan. Tudo, claro, é uma questão de gosto, mas sou um pouco avessa a personagens sonsas. Aqui, tive a impressão que por meio de Mairin a autora tentou alcançar um tom humorístico, mas não consegui gostar. Visto que me apaixonei com os dois livros seguintes da série, fiquei receosa de que a autora tivesse feito o caminho inverso ao de personagens bem trabalhados e inteligentes.

Mas felizmente, não foi o caso e eu mordi a língua. Até certo ponto é plausível tamanha ingenuidade, uma vez que Mairin passou quase toda sua vida em um convento. Porém, aos poucos, a personagem evolui. Observamos ela passar de menina ingênua a uma mulher madura, castelã, guerreira e sedutora ao lado do principal homem do clã McCabe. Ela consegue o carinho de todos os temíveis guerreiros Highlander, e a forma como a autora retrata a família dentro de um clã é lindo. Além do deleite de acompanhar cenas românticas entre o casal, a amizade que ela possui com o filho de Ewan é um dos pontos mais fofos da história.

Em termos de pano de fundo, de todos foi o que eu mais gostei. O inimigo que atormenta os irmãos em todos os livros está presente na trama, mais vivo, pois aparece logo de início. É aqui que entendemos a obsessão de Cameron por Mairin e como ela está jogada numa trama política por ser descendente de quem é. Entretanto, comparado a outros livros que carregam uma atmosfera política mais densa, In Bed With a Highlander é mais suave,  ainda que com altas doses de tensão. A autora nos joga em cenas que se passam na corte e trabalha com a hipocrisia dos julgamentos que eram realizados naquela época, além da crítica a impotência das mulheres perante os homens numa época em que elas pouco tinham voz.

Mais uma vez, em termos de romance, o que me encanta é os sentimentos dos personagens que a autora consegue passar ao leitor. A devoção de seus homens por suas mulheres é passado de maneira doce e terna. A proteção de Ewan nos momentos mais difíceis, a preocupação dele com sua esposa, as cenas sensuais e, claro, os diálogos são deliciosos. Maya Banks transforma guerreiros temíveis em homens derretidos quando estão perto de suas mulheres. Fica uma sensação que mescla o doce e o divertido e esse tipo de leitura é muito agradável. No final, devorei o livro como tanto outros dessa autora.

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sábado, 9 de novembro de 2013

Laird of The Mist – Paula Quinn

image- Ficha Técnica:

- * Sinopse: Callum MacGregor chefe de um clã proscrito na Escócia deu um passo muito importante em seu plano de vingar as afrontas de seu sobrenome. Capturou a neta de Liam Campbell, quem o manteve preso em um calabouço durante sua infância. Ele já é um monstro que várias vezes se banhou com o sangue de seus inimigos. Ele é o Diabo que matou mais Campbells do que queria recordar .Ele jurou morrer com o coração de um Campbell em sua mão. Ele jurou morrer espremendo esse coração . E esse coração não será outro que o de Katherine Campbell.

* tradução livre. Fonte: Skoob

- Nota: clip_image004

Laird of The Mist foi um achado. Uma história envolvente e deliciosa, com elementos bem desenvolvidos que tornaram a leitura um vício do início ao fim. Sou apaixonada por romances históricos, mas nunca tinha, até então, lido nada dessa autora. Gostei da narrativa que se desenvolveu tão bem, e que trouxe uma história repleta de sedução e personagens encantadores. Paula Quinn superou minhas expectativas e, com certeza, entrou para minha lista de autoras favoritas.

Callum MacGregor vive apenas com o intuito de vingar seu clã esquecido pela Escócia. Vingar sua família que perdeu o sobrenome, sua irmã que passou anos em uma prisão – junto ao irmão –, sofrendo nas mãos de um Campbell. Para isso, ele não hesita duas vezes em capturar a filha de seu inimigo, Katherine Campbell. Ele faria uma troca e, assim, atrairia o irmão de Katherine e o tio dela para uma emboscada. Porém, o que começa com uma inimizade entre eles rapidamente se transforma em paixão. O dilema, contudo, permanece: Callum se deixaria levar pela filha de seu inimigo? Esqueceria a vingança pelo amor?

Laird of The Mist é clichê, porém uma graça de história. Sabemos como termina, mas é irresistível torcermos pelo amor do casal. Sabe aquele enredo em que tudo é feito na medida certa? Callum é bem descrito e possui uma aurea de bondade encantadora – igualmente a irmã dele. Aliás, aqui, os personagens são sensatos; fogem – felizmente - de diálogos vazios ou decisões que tendem ao absurdo. Por exemplo, Katherine é fiel ao seu clã, porém na medida em que descobre os horrores que seu tio infligiu a Callum e sua irmã, não hesita duas vezes em defendê-lo, mesmo que Callun não queira sua piedade. Brigas existem, mas brigas tolas e picuinhas, portanto, passam longe dessa história.

O romance se desenvolve de forma sutil e muito bela. O grande impasse fica por conta dos sobrenomes dos dois. Katherine descobre que ser uma MacGregor é muito mais do que apenas  um nome esquecido pela Escócia – é ter suas terras roubadas, receber olhares hostis e ser tratada como um nada. Porém, nem mesmo esses empecilhos a impedem de convencer o personagem turrão – mas carinhoso – de que ela o amava e viveria ao lado dele com todos os problemas. Há cenas apaixonantes entre os dois, com muito carinho e cumplicidade.

O ambiente, por vezes, traz uma atmosfera descontraída devido a presença de personagens divertidos, como os amigos de Callum. Há uma camaradagem presente entre eles que é gostosa de acompanhar. Há tempos eu não lia um romance ambientado nas Terras Altas, e posso dizer que Laird of The Mist foi uma ótima escolha para voltar a me familiarizar com o gênero. Minha única ressalva é em relação à pouca ação presente. A narrativa possui um bom desenvolvimento, mas não há muita ação acontecendo. Isso não prejudicou a leitura, seria apenas um adendo para a história. Laird of The Mist é um romance suave e gostoso, uma ótima leitura que recomendo com certeza.

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domingo, 2 de junho de 2013

Voz do Coração – Michelle Willingham

image- Ficha Técnica:

- Título Original: Tempted by the Highlander Warrior

- Sinopse: A força de seu silêncio a tocou… Finalmente, depois de anos de torturas brutais, Callum MacKinloch está livre de seus raptores – mas sua voz ainda está aprisionada. Seu grito não seria ouvido por ninguém, nunca. Apesar de invisíveis, as correntes de lady Marguerite de Montpierre podem prendê-la a um casamento cruel e sem amor

- Nota: image

Gosto bastante da série O Clã MacKinloch. Sempre num conflito entre dois povos, seja ingleses ou escoceses, a autora traça uma narrativa cujo drama é mais acentuado. A atmosfera beira sempre a certo tom melancólico presente a todo momento pela condição emocional de seus personagens. Nesse contexto seus protagonistas quase sempre precisam curar as feridas causadas no passado – não necessariamente por uma mulher, mas sim por torturas físicas e/ou psicológicas sofridas em conflitos ou prisões –, além de passar por longos obstáculos no presente para garantir o tão sonhado final feliz. É quase uma receita, porém não vejo de forma negativa. Adoro esse “jeitinho” de suas histórias. 

Desde o primeiro livro estava ansiosa pela história de Callum. Em A Voz do Coração, o leitor é levado de volta ao tempo, na época em que o personagem sofria na prisão inglesa. Para quem não leu a série, é uma forma ótima de introduzir o protagonista sem ficar perdido. Aqueles que já estavam familiarizado, acompanham o personagem em passagens da prisão com diálogos internos que exaltam sua dor física e psicológica pelas torturas como açoites, a privação de alimento e humilhações. Além de compreendermos essa construção psicológica, também entendemos como Marguerite e Callum se conheceram e como a personagem se tornou seu bálsamo para a salvação . A cena é breve porém exala emoção pela delicadeza com que a autora consegue abordar o encontro.

Callum segue vivendo seu sofrimento na prisão, mas a lembrança de Marguerite o mantém vivo. Depois de um tempo ele consegue escapar; é em meio a rebelião que Marguerite também vê sua chance de fugir de um casamento ligado ao homem que comandava a prisão. Coincidentemente, os irmãos de Callum lhe oferecem abrigo temporário até que pudesse estar segura para voltar a encontrar seu pai. Pouco tempo depois, Callum volta para sua família e os dois se reencontram novamente.

A autora constrói em cada livro a mesma passagem, porém cada história traça mais detalhes e avança um pouco mais na narrativa. Uma característica da Michelle que adoro nesta série é sua determinação em trocar os papéis que geralmente vemos em romances “de banca”. Seus personagens estão na posição de herói fragilizado enquanto as heroínas é quem precisam – com doses de paciência, sedução, carinho e compreensão –, resgatar a alma desses heróis. Entretanto, este não é um traço tão forte nesse livro. Aliás, pelas cenas de Callum vistas em histórias anteriores, eu esperava um personagem cujo psicológico fosse mais delicado, mas o livro me surpreendeu ao apresentar um herói forte, decidido em suas decisões para ficar com Marguerite mesmo que trouxesse consequências que o levariam de volta a prisão e possivelmente à morte.

Porém não se engane, o trauma do personagem é visível e trabalhado ao longo de toda a história. Callum perdeu a voz na prisão; o texto, portanto, carrega diálogos internos e tentativas por parte de Marguerite de ensiná-lo a escrever para que pudessem se comunicar melhor. Contudo, o foco é mostrar a comunicação pelo olhar, pelo toque, a mensagem de um abraço… Michelle Willigham é ótima em descrever cenas de amor que dispensam qualquer diálogo; trazem muita sedução e se encaixam bem à narrativa.

Gostei do clima, da ambientação histórica… mas sempre acabo implicando com algum personagem da autora. Marguerite faz o tipo politicamente correta, sua tentativa de fazer o certo – voltar para o pai, convencer o pai, cancelar o casamento e então se entregar ao romance, – e sua covardia perante os problemas que enfrenta acabaram me irritando. A personagem meio que é responsável por prolongar o sofrimento do casal até os últimos minutos; neste caso prefiro heroínas que se empenham mais frente aos obstáculos do romance. Marguerite tem bom coração, porém peca pela falta de coragem.

Voz do Coração é um romance agradável, escrito sem grandes enfeites na narrativa. Gostei da trama, dos dilemas românticos e principalmente da superação de Callum em encontrar a própria voz através do amor. Um tom dramático que encaixou-se muito bem com o romance e criou uma bela história.

Capa Original:

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sábado, 11 de maio de 2013

Never Love a Highlander – Maya Banks

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- Ficha Técnica:

- * Sinopse: Em uma história de laços forte sobre o verdadeiro amor, a trilogia de Maya Banks chega ao seu fim de modo impressionante. Jovem, de coração imprudente, o irmão mais jovem do clã McCabe quase destruiu seu clã. Agora, colocando a lealdade da família acima de tudo, ele sobe ao altar para se casar com a noiva abandonada pelo seu irmão mais velho, e assim salvar a aliança entre os dois clãs. Enquanto a bela Rionna McDonald é considerada uma esposa perfeita para qualquer homem, Caelen não confia nesta doce sedutora que o atormenta. Como um cordeiro sendo sacrificado no jogo de poder pelo seu pai, Rionna cumpre o seu dever, mas promete proteger seu coração e seu orgulho de qualquer humilhação. Mesmo assim, o toque de Caelen derrete suas defesas e ela se vê envolvida com um marido que insiste em guardar suas emoções dentro de si. Mas quando a batalha final do legado McCabe acontece, o verdadeiro espírito guerreiro de Rionna surge. Ela vai arriscar a ira de seu pai, a fúria de seus inimigos e sua propria vida para provar a Caelen que seu amor é precioso demais para ele perder.

* tradução livre

- Nota: clip_image004

Depois de ter me encantado pelo segundo livro da trilogia McCabe, não demorei muito e fui atrás do terceiro. Nas vezes em que apareceu, Caelen me conquistou pelo estilo mais mau humorado, rabugento, sempre com um pé atrás com qualquer mulher que se aproximasse dele. Desde o segundo livro - e acredito que também no primeiro -, não é segredo para o leitor que uma antiga paixão do passado lhe traiu, causando a morte de boa parte de seu clã. Por isso, diferente do amor quase instantâneo que seu irmão Alaric gerou pela amada, o dele prometia uma história onde a personagem teria um caminho espinhoso a trilhar antes que conseguisse alcançar o coração destruído do guerreiro. Para ler a resenha do segundo livro, clique aqui.

Em Never Love a Highlander, a história se inicia pouco depois do final de seu antecessor. Acompanhamos o casamento entre Caelen, o irmão mais jovem do clã McCabe, e Rhionna, a mulher cujo clã ofereceria estabilidade aos McCabe. Nenhum dos dois estão apaixonados ou sequer cogitaram a ideia de casamento, mas o senso de dever pelo seus clãs faz com que aceitem o matrimônio. É nessa atmosfera instável de romance onde o leitor acompanha dois personagens de temperamentos fortes que, em meio a um cenário de conflitos, descobrem o sentido real de um casamento e, pouco a pouco, o amor.

Enquanto no segundo livro eu só conseguia enxergar o romance delicado com uma carga de drama emocional mais acentuada, em Never Love a Highlander a autora trilha um caminho mais leve, voltado a um tom jocoso, embora sem alcançar de fato o humor. Maya Banks nos leva em um jogo de conquistas, onde Caelen tenta a qualquer custo moldar sua esposa a uma mulher que ele considera o ideal – submissa, sempre pronta para servi-lo e preparada para ser uma perfeita castelã, porém, vê-lo falhar miseravelmente é o gostoso da história. A brincadeira do conquistador e conquistado se repete em diversas cenas; é delicioso acompanhar Rhionna em suas tentativas de fazer o marido rabugento ceder em uma decisão aqui ou uma atitude ali, sempre com muita inteligência e – claro –, sedução.

Aqui, Maya nos apresenta personagens que conseguem dosar na teimosia ou no orgulho e aprendem a ceder no casamento. Rhionna é nossa guerreira, ela empunha espadas, se veste de homem, mas equilibra tudo muito bem com o seu lado feminino. Caelen, por sua vez, é daqueles que faz o papel de homem sofrido pela traição do passado e por isso não se permite amar de novo. Há todo um lado mau humorado que vai cedendo espaço a um homem cheio de carinho e ternura para com a esposa.

Maya Banks não abandona o drama de todo. Esta aí uma autora que sabe deixar seus leitores tenso até os últimos instante, principalmente porque, enquanto no segundo livro vimos apenas uma sombra da guerra que os McCabe lutavam contra Cameron, aqui a autora faz com que o conflito esteja interligado ao romance dos dois. Maya dá voz ao inimigo que apenas foi mencionado vez ou outra – mas em Never Love a Highlander o rival finalmente aparece e trás os momentos mais tensos da história. E, embora nesse aspecto siga um pouco os passos do que já vimos anteriormente, o ápice do relacionamento é posto à prova em um momento de onde a confiança e o amor beiram numa corda bamba.

O livro fala de confiança, superação de seus medos para tentar ser feliz novamente.  Maya Banks construiu em cada livro uma história de amor forte, de homens que colocam o mundo nas costas pela suas amadas. É fofo, é romântico, é sexy e delicioso. Adorei cada momento da história; Never Love a Highlander fecha a trilogia com chave de ouro.

 

Bruna Britti

quarta-feira, 20 de março de 2013

Seduction of a Highland Lass – Maya Banks

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- Ficha Técnica:

- * Sinopse: Um guerreiro é preso entre um casamento por dever e um amor proibido no segundo livro da sensual trilogia de Maya Banks que narra a história de três irmãos indomáveis. Ferozmente leal a seu irmão mais velho, Alaric McCabe lidera seu clã na luta pelos seus direitos de nascença. Agora ele está preparado para casar por dever também. Mas em seu caminho para pedir a mão de Riona McDonald, filha de um chefe vizinho, ele sofre uma emboscada e é dado como morto. Milagrosamente, sua vida é salva pelo toque suave de um anjo das Highlands, uma bela e corajosa dama que colocará a prova sua lealdade para com seu clã, sua honra e seus mais profundos desejos.

* tradução livre. Fonte: skoob

- Nota: image

Eu ando numa fase muito boa de escolhas literárias. Embora no começo fiquei um pouco relutante com essa nova série medieval – principalmente porque nesse gênero era a estreia da autora –, Maya Banks não decepcionou. Mais uma vez ela trouxe a narração quase floreada, onde o leitor é envolvido numa história cheia de erotismo com doses extremas de afeto e drama. Eu confesso, sou culpada de começar uma série pelo livro errado – este é o segundo da série –, mas a sinopse de Seduction of a Highland Lass me conquistou pelo tema de amor proibido. Aqui, não se trata de duas pessoas separadas por guerras ou clãs inimigos, mas sim pela a imposição de um casamento onde Alaric deve se tornar o marido de Rhionna, a melhor amiga de Keeley, e liderar o clã do qual ela um dia fez parte.

Keeley vive sozinha em uma cabana próximo ao castelo de seu clã. Há todo um motivo por trás de seu isolamento, revelado aos poucos ao longo da história. Entretanto, não é nada que o leitor não consiga decifrar logo nas primeiras páginas. A história de Keeley a torna uma personagem moldada por um passado duro, talvez por isso temos uma personagem mais madura. A mocinha tenta, tanto por aspectos amorosos ou sociais, tirar o melhor das situações difíceis o qual foi imposta.

Alaric é o irmão de Ewan, o laird de seu clã. Ele está decidido a se casar com Rhionna, não apenas para unir laços entre os dois clãs - pois assim fortaleceria as terras de seu irmão –, mas porque desejava ser laird de seu próprio clã. Embora no fundo quisesse se casar por paixão, o senso do dever faz com que parta das terras de seu irmão para ir de encontro a sua prometida. Porém, há uma emboscada no meio do caminho. Muito ferido, Alaric consegue cavalgar até a cabana, mas desmaia na porta. É Keeley, ouvindo o estranho barulho fora da cabana, quem vai atrás de socorrer o guerreiro.

E, com isso, temos uma história medieval como há tempos eu não lia.  Sou suspeita para falar de livros onde temos o romance proibido, acho que eles trazem um charme e elegância à história por toda a trama envolvida nesse mote. Porém, é a capacidade dos personagens de conduzir o leitor do riso ao drama emocional, várias vezes, que mais encanta na história. Keeley e Alaric sabem que não ficarão juntos muito tempo, portanto, não há espaço para dúvidas sobre seus sentimentos e, principalmente, se era ou não correto. Tudo é tão claro que logo eles se entregam a paixão em cenas maravilhosas, com uma química cheia de carinho, adoração e muito erotismo. Neste último, Alaric inova entre os heróis highlanders por gostar de alguns joguinhos, mas encanta principalmente pela devoção à Keeley. A relação que os dois possuem um com outro é maravilhosa.

Além do casal, os irmãos de Alaric transformam o ambiente da história numa atmosfera acolhedora. Irmãos que se preocupam uns com os outros e levam a ideia de família no sentido máximo da palavra. Claro, eles não seriam tão agradáveis se todos não tivessem  aquele jeitinho de guerreiros rabugentos com um coração mole por dentro. Em especial Caelen, acompanhar como Keeley consegue conquistá-lo e perfurar todo aquele mau humor é uma delícia. É interessante que, embora sejam personagens secundários, ganham tanto destaque e aparições que tornam-se parte essencial da trama. O casal do primeiro livro, Ewan e Mairin, são, de certa forma, os responsáveis pelo início da trama envolvendo Keeley e Alaric.

A história ainda consegue abrir espaço para um pouco de ação e uma pitada de guerra. Nas últimas páginas a autora consegue levar o leitor a um ponto onde ele não tem tanta certeza se o felizes para sempre seria garantido. O drama onde ela nos joga sem piedade traz os sentimentos dos personagens de tal forma que é impossível não sofrer de expectativa até os últimos minutos ou tampouco compartilhar da dor de Alaric.

Maya Banks é daqueles que consegue escrever thrillers, eróticos, florzinhas e  agora medievais. Sempre, de algum modo, consigo ser levada pelas suas histórias, não importa o estilo. Ainda que não são todos os seus livros que caio de amores, Seduction of a Highland Lass foi com certeza um deles. Acompanhar um romance ao estilo Romeu & Julieta foi delicioso e me prendeu do início até a última página. Bem construído e ambientado, o livro explica nas entrelinhas o sucesso da autora. Depois dessa, vou correr para ler os outros livros desta série maravilhosa.

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Seduced by the Highlander - Julianne Maclean

image- Ficha Técnica:

- Título Original: Seduced by the Highlander

- Sinopse: War, Lachlan MacDonald has conquered so many men on the battlefield—and so many women in the bedroom—that he is virtually undefeated. But one unlucky tryst with a seductive witch has cursed him forever. Now, any women he makes love to will be doomed for eternity…

Lady Catherine is a beautiful lass of elite origin—or so she is told. Suffering from amnesia, she is desperate to find the truth about who she really is…or, at the very least, meet someone who inspires an intense memory or emotion. When she first lays eyes on Lachlan MacDonald, Catherine has a sixth sense that he holds the key that will unlock her past—and maybe even her heart. But how could she know that the passion she ignites in this lusty warrior’s heart could consume—and destroy—them both?

- Nota: 5

Eu confesso, essa série me atraiu principalmente pelas capas. Certo, não tanto pelo homem sem camisa (já estou acostumada, *pigarreia*), mas sim pelo jogo de cores fortes, que acabou se destacando entre os demais livros que estava escolhendo para ler. Também fui atraída, óbvio, por se tratar de romance histórico ambientado nas Highlanders. Tenho uma queda por esse mote. (Quem não tem?).

E não é que mostrou-se uma ótima série? Os livros são dependentes entre si, aquela história que “pega gancho” da outra e, portanto, necessário ler na ordem para uma compreensão melhor. Claro, há clichês aqui e ali na história, mas a autora soube dosar com jeito, sem tornar a história cansativa ou monótona.

O início da história, entretanto, é diferente. (ao menos do que tenho lido). A história começa logo depois dos acontecimentos do último livro. Lachlan e seu primo Angus não se falam mais, e as coisas entre eles dificilmente voltariam a ser como antes. Em um dia fatídico, ele leva a pior quando topa sem querer com sua velha inimiga, a bruxa Ronaid (que nome lindo, darei para minha filha). Desde então, quando foi amaldiçoado por ela, jamais voltou a tocar em outra mulher para que ela não carregasse o triste fim que sua falecida esposa teve. Segundo a maldição, a mulher que engravidasse dele estaria condenada a morte após o nascimento da criança. O bebê também seguiria o trágico destino.

Lachlan jurou que encontraria Ronaid novamente, e por três anos longos anos seguiu-se um jogo de gato e rato. Enquanto isso, ele manteve seu celibato, mas até encontrar Ronaid… ou alguém bem parecido com ela.

Lady Catherine perdeu a memória, e não se lembrava de nenhum acontecimento ao longo dos cinco último anos. E então, de repente, lá estava um doido na sua frente, sedutor, highlander, dizendo que ela precisava tirar a maldição dele, ou ele acabaria com sua vida. 

Eu gosto quando a autora consegue construir personagens de personalidade fortes e diferentes. No caso de Lachlan, é notório como ele de início mostra-se um louco, obcecado pela maldição e determinado, sem importar os meios, para conseguir sua vida antiga novamente. Seja pela ameaça de levá-la para cama e engravidá-la, fazendo assim com que caísse na própria maldição que lhe foi posta, ou pela ameaça maiores, ele luta ao mesmo tempo com uma atração forte por ela. A tensão sexual é das maiores, e se mantém o livro inteiro, mas do ódio a paixão segue-se um Lachlan carinhoso, preocupado, intenso e pertubado, pois, mesmo que amasse Lady Catherine, ainda havia a maldição, e o risco de engravidá-la.

Lady Catherine também conta com uma personalidade marcante. A mocinha que não é 8 ou 800, que não briga por qualquer besteira, que não faz besteiras… sou do tipo que detesta essas, onde o mocinho acaba sustentando a história toda. Mas não, Catherine é inteligente, sem frescuras ou dilemas fúteis, e possui voz relativamente forte na história. A-d-o-r-e-i!

Julianne McLean com certeza se tornou uma de minhas escritora favoritas em livros a la romance de banca. A história, além da paixão intensa, com um amor proibido pela maldição, conta com um leve toque de mistério e reecontros ótimos com antigos personagens da trilogia. Apesar do fundo histórico das Highlanders, a história não é medieval, e se passa em 1721. Com Seduced by the Highlander, a autora fecha a trilogia com chave de ouro.

Trilogia Highlander:

0 – The Rebel

1 – Captured by the Highlander

2 – Claimed by the Highlander

3 – Seduced by the Highlander

Assinatura (2)

segunda-feira, 12 de março de 2012

Desejo nas Terras Altas – Michelle Willingham

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- Ficha Técnica:

- Título Original: Claimed by the Highlander Warrior

- Sinopse: Ele vai exigir a noite de núpcias que jamais tiveram! Bram MacKinloch passou sete anos, longos e torturantes, em cativeiro. Durante esse tempo, apenas três pensamentos o faziam resistir: cultivar sua força bruta, alimentar a sede de vingança e manter viva a memória do belo rosto de sua noiva. Ao rever seu marido após tanto tempo, Narnia ficou totalmente paralisada pelo choque de um encontro inesperado. As cicatrizes sobre o corpo de Bram revelavam o quanto sofrera em cativeiro, enquanto a fome em seus olhos provocava chamas de desejo. Porém, muitas coisas mudaram desde seu inocente casamento… Os guerreiros do clã MacKinloch estão sempre prontos para lutarem até o fim pela sua terra… e pelos seus amores!

- Nota:  image

Bram MacKinloch é um homem que passou sete anos como prisioneiro. Ao lado do irmão Callum, foi torturado, forçado a trabalhos humilhantes e desgastante, até que surge uma oportunidade de fuga. Mas seu irmão acaba ficando para trás, e Bram não se perdoa por isso.

Antes de se tornar um cativo, Bram tinha uma família, um lar e uma esposa a quem havia acabado de fazer os votos do matrimônio. Narnia viu seu marido abandonar a noite de núpcias para se juntar ao pai na guerra contra os ingleses, que invadiam a fortaleza dos escoceses. Desde aquele noite, se passariam sete anos até que o visse novamente.

Um pouco equivocada a sinopse do livro, o que fez com que a história fosse uma surpresa para mim. De fato, Bram não exige nada, ele é um homem torturado, carrega as cicatrizes no corpo e na mente. Sua mente frágil perturbada lhe prega flashbacks e se torna perigoso ao ver uma adaga, ou qualquer outra coisa que o remete aos tempos de tortura. Ele não consegue controlar os próprio atos, mas o quadro muda quando se encontra com Narnia. Ela é seu balsamo, seu porto seguro, e nosso herói claramente precisa de alguém em quem se apoiar ao longo da história. Quem mais senão a mulher que lhe manteve a sanidade nos sete anos de prisão?

O livro em uma descrição: tocante. A paciência de Narnia, o cuidado com que ela tenta trazê-lo de volta a vida, cada passo e gesto é acompanhado pelo leitor de forma leve, tocante, com excelente pinceladas de sedução, amor e posse. Um poderoso guerreiro, estruturalmente frágil, muito (muito) possessivo, e que precisa desse amor para sobreviver. Aos poucos a autora nos brinda com ótimas cenas hot, que misturam carinho, compreensão e uma dose de entrega para sarar as feridas.

Ao mesmo tempo, o livro é interessante por não focar apenas na relação do casal. Somos acompanhado a uma série de personagens secundários que ganham sua importância a trama, e que prometem bastante no próximo livro. Aliás, o segundo livro da série já está disponível, contando a história de Alex, um dos irmãos de Bram.

Por fim, “Desejo nas Terras Altas” também trás um pouco de ação, lutas e mostra até onde alguém é capaz de se sacrificar pelo outro. Foi uma das leituras mais prazerosas deste ano. Lindo, lindo!

Capa original:

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Assinatura (2)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Refém nas Terras Altas – Hannah Howell

image- Ficha Técnica:

- Título Original: Higland Captive

- Sinopse:  Escócia, 1500

Uma paixão proibida

As Terras Altas da Escócia são uma região de grande beleza, mas também de imenso perigo. Por isso, quando Aimil Mengue é capturada por um clã inimigo, ela tem razão em temer por sua vida... e também por sua castidade, pois seu captor é o infame guerreiro Parlan MacGuin. A reação inicial de Aimil é odiá-lo, porém, Parlan é muito mais honrado, e infinitamente mais atraente, do que ela imaginava. Embora esteja prometida a outro homem, Aimil não pode negar o desejo que sente pelo homem que a mantém cativa.

Parlan MacGuin conhece sua fama de guerreiro destemido e implacável, e faz uso disso para conquistar terras e corações femininos. Aimil, contudo, representa outro tipo de conquista. Parlan sente um desejo novo e inexplicável pela mulher que mantém prisioneira, à medida que a paixão proibida que os une ameaça deflagrar uma batalha sangrenta entre os clãs... ou preencher seus corações para sempre!

- Nota:image

 

 Eu adoro a Hannah Howell,  não é atoa que ela é considerada uma das melhores escritoras de romance do gênero entre medievais e regências. Quem gosta do estilo, pelo menos uma vez na vida já ouviu falar dela, e com certeza eu recomendo seus livros.

A história se passa em 1500, quando o irmão de Parlan vê a oportunidade de capturar dois homens do clã inimigo e pedir resgate. O que ele não sabia era que um deles era, na verdade, mulher, e que Parlan a desejaria no instante em que a visse.

A relação entre os dois é delicada e ao mesmo tempo simples, sem muitos floreios. Parlan a quer e, embora ela fosse sua prisioneira e assim fosse seu direito, ele abominava a idéia de forçar alguém a qualquer coisa. Então barganha, ou, em outras palavras, usa de chantagem para seus objetivos. Entretanto, o livro não carrega um ar pesado, e sim muitas vezes o que encontramos é o humor.

Parlan , conhecido como “grande” *cof, cof*, é um dos típicos mocinhos da Hannah, durão, rude e autoritário, mas ao mesmo tempo com um lado doce que se destaca a cada página, principalmente a medida em que a relação entre o herói e heroína se aprofundam. A mocinha não podia ser menos que durona e respondona (bem do jeito que eu gosto), mesmo sabendo de seu estado de cativa.

Além da relação de captor/prisioneiro, Hannah construiu uma relação entre irmãos, tanto Aimil com Leight, e Parlan com seu irmão que, ao que parecia, nunca levaria jeito na vida com suas bebidas e mulheres. Um relação bem legal ao longo do livro.

Os personagens são bem construídos,  e a história é simplesmente deliciosa. Estava com saudades de ler um romance medieval assim. Com certeza um cinco estrelas.

Um ligeiro sorriso surgiu nos lábios de Parlan quando ele correu o dedo pelo maxilar dela.

- Não entendeu mesmo? Quero o cavalo e também quero você. - O sorriso se ampliou quando ela corou. - Não vou roubar seu cavalo se você for para minha cama.

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Assinatura

segunda-feira, 29 de março de 2010

Taming the Highlander - Terri Brisbin

Taming the Highlander
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Lady Jocelyn MacCallum sempre acreditou que ela se casaria por amor. Mas o preço da liberdade de seu irmão viria a ser temível Connor MacLerie - uma barganha que pode custar a vida de Jocelyn .

A partir do momento em que ela olhou para o rosto severamente bonito de Connor, Jocelyn começou a ter esperança de que os rumores em torno da morte de sua primeira esposa eram falsos. Sua reputação era tão selvagem e indomada, como as charnecas escocesas. Será que ela encontraria uma maneira de atingir o homem por baixo daquele exterior proibido?

É de fato um livro muito bom. Gostei logo de cara. Domando o Higlander descreve a idéia do que temos da época medieval, onde as mulheres tinham que ser submissa aos seus homens, serem tratadas como mercadoria e ficar em silêncio.
Bom, falando assim parece que estou falando de um livro horroroso. Longe disso. Domando o Higlander trata de todos esse assuntos com sutileza, (por incrível que pareça), deixando o leitor com vontade de bater algumas vezes em Connor pela sua arrogância, e, ao mesmo tempo, sorrir com as tentativas de Jocelyn de tentar fazer com que ele a ame.
Connor tem um terrível pesadelo em seu passado. Durante uma discussão com sua primeira esposa, "acidentalmente" ela acaba tropeçando e caindo nas escadas, resultando em sua morte. Connor então passa ser chamado de "A Besta das Highlanders", e muitos acreditam que tenha sido ele a empurrá-la e causar sua morte. Connor faz de tudo para manter essa versão.
Ele não quer se apaixonar de novo. Mas quando decide se casar, não esperava que Jocelyn aparecesse em sua vida. Ele passa a maior parte do livro tratando a esposa como um poste (ou uma porta, ou qualquer outra coisa que se dê o mínimo de atenção...) e a noite... yeaph, temos ceninhas hot's nesse livro, embora muitas dessas cenas retratem bem o que vemos no filmes de época: "O marido faz o que tem que fazer, e a esposa fica quietinha. Ele sai, e vai curtir o resto da noite sozinho".
Depois de um tempo Jocelyn decide agir, não quer ser mais a esposa obediente, subimissa, que faz tudo que o marido manda. E também fica decidida de acabar de vez com o pesadelo do marido.
Como eu disse, livro excelente, de agradável e rápida leitura. E o bom é saber que o livro faz parte de uma série:
Possessed By The Highlander - Guerra de Paixões
Surrender to the Higlander - Tudo por um Desejo
Taming the Highlander - Domando o Highlander
Recomendado!
 
Obs: Pessoal, fiquem atentos que amanhã tem uma postagem especial, ok?! Beijos!