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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Amante Sombrio – J.R Ward

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* Título Original: Dark Lover

* Preço: SUBMARINO | SARAIVA | CULTURA

* 448 páginas

Nas sombras da noite, em Caldwell (Nova Iorque) se desenrola uma sórdida e cruel guerra entre os vampiros e seus carrascos. A Irmandade e seus caçadores e os assassinos. E existe uma Irmandade Secreta de seis vampiros guerreiros, os defensores de toda a sua raça. Nenhum deles deseja aniquilar a seus inimigos com tanta ânsia como Wrath, o campeão da Irmandade da Adaga Negra. Wrath, o vampiro de raça mais pura dos que povoam a terra, tem uma dívida pendente com aqueles que, há séculos, mataram seus pais. Quando morre um de seus mais fiéis guerreiros, deixando órfã uma jovem mestiça, ignorante de sua herança e seu destino, não resta a ele outra saída senão levar a bela jovem para o mundo dos não mortos. Traída pela debilidade de seu corpo, Beth Randall se vê impotente para resistir aos avanços desse desconhecido, incrivelmente atraente, que a visita toda a noite, envolto nas sombras. Suas histórias sobre a Irmandade a aterrorizam e a fascinam... E seu simples toque provoca chispas de um fogo que pode acabar consumindo a ambos.

Eu já conhecia a série bem antes dela ser lançada no Brasil, uma amiga me apresentou Amante Sombrio e disse que eu deveria ler com toda certeza. Eu adoro livros de vampiro, mas na época estava preferindo outros e por isso por muito tempo ignorei os livros. Mas quando resolvi ler, o resultado foi um livro a cada dois dias. Li todos que já saíram e posso dizer que são viciantes.

O livro já contou com resenha aqui, quando sequer pensei que um dia eles fossem ser publicados no país. A história é sobre um grupo de vampiros guerreiros que vivem juntos em uma mansão, combatendo seus inimigos que ameaçam suas fêmeas (mulheres vampiras), e a paz na sociedade de vampiros. Como muitos já sabem cada livro conta a história de um desses irmãos, e apesar disso aconselho a ler por ordem. Um pouco da história de um serve de gancho para a história do outro.

A história é de Wrath, o rei dos vampiros. Ele precisa cuidar da filha de um de seus amigos guerreiros, e embora seu senso de honra e o correto seja apenas cuidar para que tudo ocorra bem quando ela fosse se transformar em vampira, fica impossível para ele não se apaixonar. Cenas lindas de amor, amizade entre os guerreiros como irmãos, muita ação, tensão e emoção. O livro em uma palavra? Perfeito.

Os livros da série são puramente literatura erótica. Engana-se quem pensar que literatura erótica é sinônimo de vulgaridade. Existe uma grande diferença entre erótico e pornográfico. Além disso o livro conta bastante com pitadas de filosfia. Sim, não estou maluca… basta entrar em uma conversa com a Virgem Escriba sobre o Yin & Yang, o equilibrio entre o dar e o receber, tirar e repor… você verá que não será uma conversa tão fácil. :D

Sobre a tradução, algo que ainda gera algumas discussões: Existe sim algumas diferenças, como a amenizada em alguns palavrões e mudanças bem pequenas em uma cena ou outra. Uma grande diferença? Não, embora eu ainda ache que qualquer livro deva ser publicado como está em seu formato original. Essas diferenças serão notadas no livro? Novamente não, apenas para quem já havia lido antes de eles serem publicados no Brasil saberá onde achar as mudanças.

Como se trata de literatura erótica, novamente deixo o meu aviso: Muitas cenas de sexo puro, palavrões e lutas, então se você curte algo mais light passe longe. Caso contrário, esse é decidamente uma das melhores séries de vampiro que já li na minha vida. Super recomendo! ;)

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Série “Irmandade da Adaga Negra”. (já publicado no Brasil)

1 – Amante Sombrio

2 – Amante Eterno

3 - Amante Desperto

4 – Amante Revelado

Cotação:

5 estrelas

 

 

 

Assinatura

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Amante Eterno - J.R. Ward



Lover Eternal


Dentro da Irmandade, Rhage é o vampiro mais voraz, o melhor lutador, agindo sempre através de seus instintos mais primários...

E o amante mais selvagem - porque em seu interior arde uma feroz maldição lançada pela Virgem Escriba. Possuído por este lado sombrio, Rhage teme o momento em que o dragão que leva dentro de si seja libertado, convertendo-o em um perigo para quem o rodeia. Mary Luce, uma mulher que conseguiu sobreviver a uma vida cheia de penúrias, é introduzida de maneira involuntária ao mundo dos vampiros. Agora, toda sua vida depende da proteção de Rhage.

Com uma maldição que ameaça sua própria vida, Mary não está buscando o amor. Faz muito tempo que deixou de acreditar em milagres. Mas quando a intensa atração animal de Rhage se converte em algo mais emocional, ele sabe que deve fazê-la sua. E, enquanto os inimigos pisam em seus calcanhares, Mary lutará desesperadamente por conseguir uma vida eterna junto ao homem ao qual ama...

Bom gente, como vocês perceberam, eu decidi aderir a outro template. Eu tinha pouco espaço naquele outro, e quando tentei aumentar o resultado não saiu do jeito que eu queria. Então resolvi pegar um pronto, que dá menos dor de cabeça. Agora, falando do livro:

 Sabe aquele livro que você não consegue parar de ler? Aquele livro que quando chega ao final, você demora nas páginas só pra não acabar? Aquele livro que quer reler 20 vezes? Pois é, eu fiz exatamente isso com Amante Eterno.

É sempre bom fazer resenha do que livro que a gente mais gosta. Aqui no blog eu já havia falado sobre Amante Sombrio, primeiro livro dos sete. (por enquanto, isso sem contar os dois mini-livros que ela lançou relacionada à série. O oitavo está pra sair esse ano nos Estados Unidos.) Este é o segundo da série.

Todos os livros seguem quase o mesmo estilo. Contam a história de cada membro da Irmandade da Adaga Negra, grupo de guerreiros que vivem numa mansão, (imagem uma república só com homens sarados, másculos, engraçados, sexy, imortais e... vampiros.) lutando contra ameaças do mal. Rhage é um membro desse grupo maravilhoso, e foi amaldiçoado com uma besta, que surge nos piores momentos. Sempre que se transforma em um monstro, Rhage não é mais ele. O pior é quando a fera se acalma, o pobre passa mal a beça. (na resenha do Amante Sombrio, separei um trecho em que ele fica nesse estado).

Apesar disso, consegue viver razoavelmente bem, lutando contra as forças que ameaçam a Irmandade, até encontrar Mary em seu caminho, uma humana que mais para frente ele descobre estar com câncer, e em perigo, pois ela acaba pisando no caminho dos Restrictores. (lembram o que eu disse sobre as forças do mal? Pois então, são esses aí.) Isso não impede que a ame, mas por um momento cheguei a pensar se a doença dela não era outra (como falta de visão ou algum parafuso a menos na cabeça), é difícil contar o número de foras e mancadas que ela dá com o Rhage.  

Como eu havia falado antes, o bom da série Irmandade, é que você vai longe nas emoções. Rhage tem aquele sentimento de querer protegê-la, e acaba levando Mary para morar na repúbli... na Irmandade. Para não prolongar mais e acabar contando algum spoiler, esse é mais um livro na série em que você é capaz de chorar (principalmente com o câncer dela, há uma parte muito triste no livro), rir, babar pelos irmãos, torcer... enfim, na minha opinião foi o melhor livro de todos eles.

Eu não aconselho a série pra quem não curte um livro com muitas (muitas mesmo!) cenas picantes e palavrões (o livro é cheio deles). Mas como disse uma vez a Jú do Lost in Chick-Lit quando fez sua resenha sobre A Mulher dos Colters (outro livro que eu amei) leia com a mente aberta, ok? Faço dela as minhas palavras... Você pode se surpreender. ;)


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Amante Sombrio - J.R Ward



Dark Lover




Nas sombras da noite, em  Caldwell (Nova Iorque) se desenrola uma sórdida e cruel guerra entre os vampiros e seus carrascos.  A Irmandade e seus caçadores e os assassinos. E existe uma Irmandade Secreta de seis vampiros guerreiros, os defensores de toda a sua raça. Nenhum deles deseja aniquilar a seus inimigos com tanta ânsia como Wrath, o campeão da Irmandade da Adaga Negra.

Wrath, o vampiro de raça mais pura dos que povoam a terra,  tem uma dívida pendente com aqueles que, há séculos, mataram seus pais. Quando morre um de seus mais fiéis guerreiros, deixando órfã uma jovem mestiça, ignorante de sua herança e seu destino, não resta a ele outra saída senão levar a bela jovem para o mundo dos não mortos.

Traída pela debilidade de seu corpo, Beth Randall se vê impotente para resistir aos avanços desse desconhecido, incrivelmente atraente, que a visita toda a noite, envolto nas sombras. Suas histórias sobre a Irmandade a aterrorizam e fascinam... E seu simples toque provoca chispas de um fogo que pode acabar consumindo a ambos.


Uma amiga me deu um grande presente, me mostrando essa autora. Ah, uma das minhas escritoras mais que favoritas! (fiquem cientes que ouvirão muito essa frase, já que eu adoro ler e tenho VÁRIAS escritoras favoritas). J.R Ward é mestre no mundo dos vampiros, e começo então apresentando a primeira obra de 7 livros (por enquanto... o oitavo está vindo a caminho, e ainda terão muitos outros, segundo a própria autora)

Eu poderia ficar aqui horas falando dessa autora, da filosofia contida nos livros, das cenas magníficas... Wrath tem uma difícil responsabilidade, um dos irmãos (assim chamado os guerreiros da Adaga Negra) morre, mas antes, pediu-lhe que ajudasse sua filha a passar pela transformação. Com certa relutância ele atende ao último pedido de Darius, sem saber que acabaria se apaixonando pela moça.

O livro é fantástico. A paixão entre os dois explode logo no primeiro olhar. (embora quando Wrath vai visitá-la pela primeira vez ela o confunde com alguém perigoso). O fato é que Wrath acha que não pode ficar com ela, e que, assim que Beth virasse uma vampira, encontraria alguém melhor.

Quanto a Beth (achei uma das melhores, entre os sete livros), se entrega sem reservas ao amor maravilhoso. É muito corajosa, me emocionei no final do livro, quando Wrath está em perigo e ela o protege com unhas e dentes. Enquanto isso o livro introduz um pouco mais sobre a vida dos outros homens, inclusive os inimigos, o que lhe dá uma idéia do que seguirá pela frente.

Talvez o que eu mais goste nos livros é o amor que J.R Ward consegue descrever tão bem, a ponto de nos tornar parte dele. Não só o amor de um vampiro pela sua shellan (nome dado as companheiras dos vampiros) como também o que vemos entre os irmãos da Irmandade. Eles se xingam, zoam um ao outro, mas no primeiro perigo eles se unem, e cuidam de si. Achei perfeito. Fantástico! E a melhor notícia (sim, pulem de alegria para quem é fã de J.R Ward) este livro saiu no Brasil lá para o finalzinho do ano passado! Vamos lá pessoal, correndo para as livrarias, e assim garantir as outras publicações da série!

Abaixo, um trecho quando Beth cuida de um dos irmãos, ao lado de Wrath:

Quando o guerreiro se recostou sobre os travesseiros, fechou os olhos com força. Sua mão se moveu para o estômago, mas fez uma careta de dor e a deixou cair a um lado, como se a mais leve pressão fosse uma tortura.
 — Está doente.
— Sim, uma maldita indigestão.
— Quer um antiácido? — disse bruscamente Beth. — Ou um Alka-Seltzer?
Os dois vampiros a olharam, ela se sentiu como uma intrusa.
De todas as coisas estúpidas que podia ter  dito... 
— Sim — murmurou Rhage enquanto Wrath cochilava.

(...)

Levantou a cabeça de Rhage suavemente e apoiou o borda do copo em seus formosos lábios. Levou cinco minutos para  beber o líquido a pequenos goles. Quando terminou, ela quis descer da cama, mas não pôde. O homem, com uma grande sacudida girou de lado e colocou a cabeça em seu colo, colocando um musculoso braço ao redor das costas dela.
Estava procurando consolo.
 Beth não sabia o que podia fazer por ele, mas deixou o copo de lado e lhe acariciou as costas, percorrendo com a mão sua espantosa tatuagem. Sussurrou-lhe algumas palavras que gostaria que alguém dissesse a ela quando se sentia doente. E cantarolou uma canção.
Após instantes, a tensão na pele e nos músculos relaxou, e começou a respirar profundamente.
Quando estava segura de que se tranquilizou, liberou-se cuidadosamente do abraço. Ao olhar ao Wrath, preparou-se para enfrentar a sua ira, embora estivesse segura de que ele compreenderia que havia agido de uma forma totalmente inocente.
A impressão a deixou imóvel.
Wrath não estava zangado. Justamente o contrário
— Obrigado — disse roucamente, inclinando a cabeça em um gesto quase humilde. — Obrigado por cuidar de meu irmão.
Tirou os óculos de sol.
E a olhou com total adoração.