sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ligeiramente Casados – Mary Balogh

image- Ficha Técnica:

- Título original: Slightly married

- N° de páginas: 286

- Sinopse: À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse Custe o que custar!. Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum.Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias.Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar.Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados...

Obs: resenha convidada da querida Luciara, do blog Leituras e Devaneios. 

"Ligeiramente Casados", da autora Mary Balogh, é o primeiro livro da série “Os Bedwyn”, lançado pela editora Arqueiro. A leitura é indicada para quem gosta dos livros da autora Julia Quinn, porém já adianto que, caso considere os livros da Julia "parados", vão achar esse ainda mais. Pelo menos eu achei.

O romance se passa em 1814 e tem como personagens principais Aidan e Eve.

A história desses dois começa com uma promessa feita por Aidan ao irmão de Eve, que estava a beira da morte. Antes de morrer, o soldado pede ao seu coronel que avisasse a irmã sobre sua morte e que a protegesse.

Aidan, como um homem de palavra, decide cumprir a promessa e chega meses depois em Ringwood, para anunciar a triste notícia.

Eve aguarda meses pela chegada do irmão e do vizinho que acredita ser o homem da sua vida, porém o que chega é um belo homem com um semblante fechado e uma triste notícia.

Aidan encontra uma bela jovem com uma vida boa aparente, por isso decide ir embora o mais rápido possível para rever a família que não encontra há anos. Porem os dias se passam e algumas situações (ou o destino?) o obriga a ficar. Ele acaba descobrindo que a vida de Eve está preste a mudar se ela não cumprir em poucos dias algo estipulado no testamento do irmão: casar na data informada, senão perderá as terras da família para um primo odioso.

Sabendo disso, Aidan finalmente entende o que o irmão da mocinha quis dizer quando pediu para que a protegesse. Com uma promessa para cumprir, ele toma a única decisão possível: pede Eve em casamento.

Tudo que Eve não quer é casar com um estranho, porém não mais como esperar o "noivo" que nunca aparece, principalmente porque várias pessoas dependem ela. Por isso, Eve aceita casar com um completo estanho que pretende abandona-la assim que o casamento for realizado.

Eles se casam e decide cada um seguir seu caminho. No entanto o destino e a família Bedwyn têm outros planos para os recém casados.

"Ligeiramente Casados" é daqueles romances históricos light feitos para serem lidos em uma tarde. Não é uma história que possua mistérios ou grandes dramas, o que, sinceramente, senti falta. Também não tem cenas hots, o que é um "crime" em romances (risos).

Não me apaixonei pelos personagens, fora, é claro, as crianças, pois não tem como não gostar delas nas histórias. O mocinho é interessante, mas não tem nada que o torne inesquecível. A mocinha é forte e valente, mas já conheci melhores.

Apesar disso, pretendo continuar a série, até porque tenho esperanças de que os próximos livros sejam melhores.

Esse é o primeiro livro da autora e gostei, porém não amei. Comparei acima com as da Julia Quinn, mas considero seus livros mil vezes melhores que esse da Mary Balogh.

Capa original:

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