Zulheina, o lendário reino do deserto, pertence a Tariq por direito de herança. E ele é o tipo de homem que não abre mão do que lhe pertence. Isto significa que terá de reconquistar uma mulher muito especial — que partiu seu coração anos atrás, na Nova Zelândia. E assim que a atrair para seu reino, pretende mantê-la em sua vida para sempre... Porém Jasmine Coleridge não é tão facilmente domável. Sua inocência intocada e sensualidade estonteante ameaçam, mais uma vez, colocar o altivo sheik de joelhos e fazê-lo se perguntar quem é o verdadeiro prisioneiro.
“— Não ponha os pés em Zulheil a não ser que esteja pronta a permanecer para sempre. Eu a raptarei assim que pisar no aeroporto.”
A história aqui é um pouco diferente dos clichês de Sheiks dos romances de banca. A mocinha não cai no deserto e é raptada por um homem, mas vai de livre espontânea vontade até Zulheina, mesmo que Tariq, um antigo amor que ela deixou lá, ameaça nunca mais deixá-la partir.
Jasmine está decidida a voltar e reconquistar o amor de Tariq, o homem que ela abandonou a quatro anos atrás. Tariq a aceita de bom grado, e por um tempo o casal é feliz , com bastante cenas de paixão intensa. E tirando o fato dele repetir dez milhões de vezes que Jasmine pertencia a ele, Tariq tem um lado bem romântico. Mas na primeira briga do casal, ele deixa claro que ela estava lá apenas para o seu prazer. A mocinha então percebe que deixou mágoas profundas nele, e por tal, teria que reconquistá-lo pouco a pouco sua confiança. Cenas engraçadas, muitas de amor, com uma dose de seriedade. Recomendo. =)
“Ela atendeu ao telefone na segunda vez que tocou.
— Objeto de valor falando. — Esta frase escapuliu dela sem que pensasse. Ela ficou assombrada, mas também um pouco orgulhosa de si mesma.
— Eu não achei graça nenhuma, Jasmine.”
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